segunda-feira, 2 de maio de 2011

Para sempre...


Há um desassossego em mim, incontrolável, quando falas dos teus segredos, dos teus medos, das tuas hesitações.

As palavras são caprichosas, são jóias, armas poderosas, se de amor se fala...

e como seria mar...

em ondas abundantes, palpitantes de suavidade, inundaria e beijaria, perdida toda a força, a areia fina com sons delicados, sussurrantes...

e como seria segredo,

não fugaz, mas para sempre, de águas deslizantes, protegidas plas almas que se abraçariam docemente,

                                                                          porque este desejar é infinito.

maria belém

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