Talvez te encontre, algum dia,
no outro lado do arco-íris...
... quem sabe ...
talvez no dia em que os sonhos,
feitos espuma,
fustiguem tua alma num entardecer,
esvaziem teu peito
levando nas ondas o seu perecer...
e, então, talvez oiças minha voz,
branda, doce, suave,
como rio tranquilo lambendo suas margens,
a falar-te do hoje porque o amanhã vem longe,
a dizer-te que o amor é um não sei quê que não entende,
um vagar de uma alma cativa,
um morrer quem nunca amou
como morreu quem amou tal...
maria belém

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