quarta-feira, 9 de março de 2011

O vento que esta noite bateu na minha porta

Angela Meijer

trouxe a tua voz no seu sopro.

Sussurou-me palavras mélicas de amor, gargalhou risos de primavera, disse-me como é doce morrer num tempo de silêncio, enquanto seus dedos percorreram meus cabelos e, num suave deslizar, levou-me um beijo roubado.

Depois, afastou-se, deixando, atrás de si, um rasto de saudade...

maria belém

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