Nado devagar...
No esquecimento de palavras, diáfanas, murmuradas ao ouvido pelo vento,
depositadas no escuro abismo das águas turbulentas do mar, meus olhos, ensopados, movem-se até ao limite de mim.
Numa braçada, lenta, respiro e deixo-me ir na quebra da onda...
maria belém

2 comentários:
Belas palavras, bela imagem e mais belo ainda tê-La de volta! Venha animar e animar-se, minha Amiga!
Alcyone
Muito obrigada, amigo Skocky. Estou de volta, sim, tem de ser porque só assim consigo continuar a viver. A escrita é uma das poucas coisas que me faz renascer.
Um abraço
Júlia
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